terça-feira, 2 de outubro de 2012

Resgate para a vida eterna



“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Colossenses 1.13,14).

Não podemos ignorar a grandeza do que Jesus fez em nossas vidas quando nos resgatou do império das trevas nos livrando da condenação da morte eterna pelo pecado. “Não percebíamos o perigo que estávamos correndo, não procurávamos saber o que ia nos acontecer. É como se um exército invadisse um país e livrasse aqueles que estavam condenados à morte”, explicou o bispo Charles no culto de domingo (30).

Aí entra a nossa luta para resistirmos à vontade humana – e ao príncipe deste mundo [de onde fomos resgatados para um reino espiritual] – permanecendo firmes no Senhor até que Jesus venha em glória nos buscar e nos levar para o seu reino celestial. “Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior do que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado” (2 Pedro 2.20,21).

Sim, mandamento. Para viver no reino de Deus é preciso obedecer às leis que o regem, semelhante ao que acontece em vários países que possuem princípios e valores que devem ser obedecidos por aqueles que passam a morar neles. No caso do reino de Deus, quem nos ensina como devemos viver é a Bíblia Sagrada que nos guia através do Espírito Santo, nosso auxiliador.

Mortos para a vida

“Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6.11). Viver para Deus é dar sentido à nossa existência adorando a Ele com tudo o que somos e temos. “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gálatas 5.16,17).

Mas porque dessa luta ferrenha contra o nosso eu? “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações” (Jeremias 17. 9,10).

E quem poderá nos livrar das ciladas de Satanás – nosso adversário que está em derredor, como leão que ruge, esperando alguém para devorar (1 Pedro 5.8) – e porque não do nosso próprio eu [enganoso]? O salmista Davi recorria a um só. “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda” (Salmo 121.1-3).

E quais são os frutos do Espírito? "amor, gozo, paz longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" (Gálatas 5.22). Ao passo que "as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissenções, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes, a cerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus" (Gálatas 5.19-21).

A salvação é para todos

Como também está escrito, ”porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” (Tito 2.11). Logo, esta mesma graça que nos alcançou continua se manifestando àqueles que ainda estão sob o domínio das trevas na medida em que o evangelho vai sendo pregado. E se for bem recebida, ela no ensina, “educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tito 2.12-14).


Quando transportados para o reino do Senhor Jesus, somos sempre conduzidos em triunfo, em vitória, livrando-nos de tudo o que ameaça a nossa comunhão com Deus. “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8.37).

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