“Ele nos libertou do império
das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a
redenção, a remissão dos pecados” (Colossenses 1.13,14).
Não podemos ignorar a
grandeza do que Jesus fez em nossas vidas quando nos resgatou do império das
trevas nos livrando da condenação da morte eterna pelo pecado. “Não percebíamos
o perigo que estávamos correndo, não procurávamos saber o que ia nos acontecer.
É como se um exército invadisse um país e livrasse aqueles que estavam
condenados à morte”, explicou o bispo Charles no culto de domingo (30).
Aí entra a nossa luta para
resistirmos à vontade humana – e ao príncipe deste mundo [de onde fomos
resgatados para um reino espiritual] – permanecendo firmes no Senhor até que
Jesus venha em glória nos buscar e nos levar para o seu reino celestial. “Portanto,
se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento
do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos,
tornou-se o seu último estado pior do que o primeiro. Pois melhor lhes fora
nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem
para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado” (2 Pedro
2.20,21).
Sim, mandamento. Para viver
no reino de Deus é preciso obedecer às leis que o regem, semelhante ao que
acontece em vários países que possuem princípios e valores que devem ser
obedecidos por aqueles que passam a morar neles. No caso do reino de Deus, quem
nos ensina como devemos viver é a Bíblia Sagrada que nos guia através do
Espírito Santo, nosso auxiliador.
Mortos para a vida
“Assim também vós
considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus”
(Romanos 6.11). Viver para Deus é dar sentido à nossa existência adorando a Ele
com tudo o que somos e temos. “Digo, porém: andai no Espírito e jamais
satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito,
e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais
o que, porventura, seja do vosso querer” (Gálatas 5.16,17).
Mas porque dessa luta
ferrenha contra o nosso eu? “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas,
e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o
coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu
proceder, segundo o fruto das suas ações” (Jeremias 17. 9,10).
E quem poderá nos livrar das
ciladas de Satanás – nosso adversário que está em derredor, como leão que ruge,
esperando alguém para devorar (1 Pedro 5.8) – e porque não do nosso próprio eu
[enganoso]? O salmista Davi recorria a um só. “Elevo os olhos para os montes:
de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a
terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te
guarda” (Salmo 121.1-3).
E quais são os frutos do Espírito? "amor, gozo, paz longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" (Gálatas 5.22). Ao passo que "as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissenções, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes, a cerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus" (Gálatas 5.19-21).
E quais são os frutos do Espírito? "amor, gozo, paz longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" (Gálatas 5.22). Ao passo que "as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissenções, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes, a cerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus" (Gálatas 5.19-21).
A salvação é para todos
Como também está escrito,
”porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” (Tito
2.11). Logo, esta mesma graça que nos alcançou continua se manifestando àqueles
que ainda estão sob o domínio das trevas na medida em que o evangelho vai sendo
pregado. E se for bem recebida, ela no ensina, “educando-nos para que,
renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século,
sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e manifestação da
glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo, o qual a si mesmo se deu
por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um
povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tito 2.12-14).
Quando transportados para o
reino do Senhor Jesus, somos sempre conduzidos em triunfo, em vitória,
livrando-nos de tudo o que ameaça a nossa comunhão com Deus. “Em todas estas
coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”
(Romanos 8.37).

